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Papel higiênico em centímetros

Produtos Que Diminuem de Tamanho

por ALimaS

Até parece que o brasileiro ainda não se tocou que o papel higiênico diminuiu cinco metros, os enlatados de meio quilo perderam 100 gramas, que subtraíram 200 gramas dos empacotados de quilo, que o frango foi inflado com estreptomicina e água, passando a ter trezentos e cinquenta gramas de gelo em cada quilograma. 


Não percebeu que dos frascos de certos remédios com quarenta comprimidos foram retirado dez, que os veículos automotores perderam em qualidade e ainda subiram de preço, os eletrodomésticos ficaram uma merd*, os televisores que antes duravam até cinco anos, hoje não chegam ao primeiro aninho, que um CD que custa dez centavos no mercado internacional, aqui se grava nele uma música esdrúxula e se empurra ao incauto por trinta dólares, e que assim tem sido em quase todos os produtos industrializados. 

Ou seja: o mal empresário diz que paga os tubos de impostos, mas não informa o quanto sonega por meios desses artifícios criminosos. 

Outra: se a Receita, em dobradinha com a Polícia Federal, fossem fazer uma devassa na Contabilidade desses gananciosos, não ficaria pedra sobre pedra, meus amigos!

Lesam o INSS, o Fundo de Garantia, o ICMS, o ISS, o carvalho a quatro, e ainda pagam mal aos trabalhadores. 

Nos Estados Unidos, um cara pode ganhar até cem bilhões de dólares de uma chibatada só, mas fica ele sabendo que 70% de imposto será descontado na fonte, sem direito a choro nem vela. 

Certos barões, em nosso país, querem comer tudo e pagar nada de imposto. Desviar grana para os paraísos fiscais e se elegerem a algum cargo para se esconderem do Fisco. 

O bom empresário, aquele que dá empregos e gera riquezas, esse nunca reclama, e sim propõe soluções, ajuda, faz a diferença, e lucra.

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